Sobreleituras

Leituras do mundo, das mais variadas, dos fatos e acontecimentos.

Casulo

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E de conceitos inovadores vamos vivendo, e alimentando nossas imaginações, pensando onde poderemos chegar. O que vamos ver até o final de nossas vidas, e quantas coisas perderemos por mais que vivamos 100 bons vividos anos, só Deus sabe. Ou nem Deus.
A novidade do momento é o Casulo – Mobile living furniture. Uma caixa compacta que vira um quarto totalmente mobiliado, e sua montagem leva menos de 10 minutos. Por enquanto estamos falando de um protótipo, mas produtores já estão sendo contactados, e os designers Marcel Krings e Sebastian Muhlhauser, se entusiasmam com as possibilidades de vendas e locações do produto.

Mais informações podem ser obtidas no site: www.mein-casulo.de.

Será que daqui um tempo até a residência fixa se tornará obsoleta? E as raízes? Socorro!

Idéia de escrever sobre o assunto: Revista Uma – Setembro de 2008

Written by Doce vida

novembro 19, 2008 at 6:52 pm

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Tecnologias

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Em Tóquio o celular serve para muito mais que fazer e receber ligações ou mandar mensagens de texto. O aparelho serve para pagar bilhetes de ônibus e metrô, e é aceito em máquinas automáticas de refrigerantes e faz compras em lojas de conveniência.
No mundo são 33 milhões de pessoas que utilizam o celular em substituição da carteira, para pagar contas. Em média 85% dessas pessoas vivem na Ásia. Essa é uma tendência, que certamente tomará conta de todos os países.
No Brasil, esse tipo de serviço ainda caminha a passos lentos. A operadora de telefone Oi têm o Oi Paggo, que depende do envio de SMS para autorizar o débito da pizza por exemplo. Esse serviço conta atualmente com 1 milhão de usuários, e 22 mil estabelecimentos cadastrados.
E a pergunta é, pra onde vai essa tecnologia, que daqui um pouco mais, ao pensarmos acessaremos nossa conta no banco e debitaremos o que precisa ser pago, automaticamente.
Tudo questão de acionar o cérebro. E estaremos acoplados às maquinas.
Que medo! Que ansiedade! Que alegria!


Idéia de escrever sobre o assunto: Superguia da Tecnologia [Superinteressante] – Outubro de 2008.

Written by Doce vida

novembro 17, 2008 at 5:39 pm

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Papéis Germináveis

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Quando achamos que ja vimos de tudo, eis que surgem as novidades. As surpresas. São mais de 40 variedades, feitos com vários tipos de sementes, que se transformam em gramas, flores e temperos, e podem ser comprados pela internet. Com o mesmo custo do papel reciclável [0,90] a folha, em tamanho A4, é claro que não vem pra substituir o industrial, mas cabe bem em seu setor, de embalagens ou cartões diferenciados por exemplo.
A maior vantagem além da consciência mais tranquila sabendo que depois de usados ao invés de ir para o lixo serão plantados, é a sustentabilidade. Reduz o consumo de energia em até 70%, a poluição de água em 35% e requer 55% menos água durante a fabricação.
A folha usada de papel não vai para o lixo, é colocada embaixo de uma fina camada de terra preta e regada diariamente. De 10 a 15 dias depois a grama brota. O processo de decomposição do papel dura 3 meses.
Será uma saída pela tangente diante dos 15 trilhões de páginas impresas no mundo todo, em 2006? Que seja! Afinal, as estimativas das empresas de dados e análises do mercado de impressão, é que esse número aumente 30% nos próximos 30 anos.
E aja papel! Socorram-nos.
Dos danos à natureza, e do excesso, de papéis, burocracias, impressões e desimpressões.


Idéia de escrever sobre o assunto: Galileu Novembro de 2008.

Written by Doce vida

novembro 15, 2008 at 5:21 pm

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Sites Interessantes II

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Muitos e muitos dias sem postar depois… resolvi retomar. Pela vontade de escrever pura e simples. E pelos acessos freqüentes, que incentivam e estimulam a busca de conhecimentos, para sistematizar e transmitir. Pretendo rever as características dos textos, em posts mais curtos. Mais leves. Permitindo maior compreensão tentarei estipular um número X de caracteres, tal qual fazem os jornalistas de verdade [ainda estou a caminho, faltam poucos dias e um ano]. Até a formatura pretendo estar “viciada” em ocupar espaços pré-delimitados. Treinada para que os pensamentos, junto das informações e opiniões, não se misturem e tragam a tona cinco mil caracteres quando novecentas seria o número ideal.

A novidade aqui, no primeiro “drops” de informação, é mais uma ferramenta do gigante Google, que pelo menos eu não conhecia. O Google book – http://books.google.com/ – basta digitar o tema e começa a busca pelas publicações editoriais referentes ao assunto. Ou seja, fica mais fácil saber se alguém já publicou um livro sobre determinada questão. Por palavra chave. Além de facilitar as referências bibliográficas da vida, e a busca por assuntos de interesse. Alguns livros foram digitalizados, o que permite a consulta ao material virtualmente.

É mais um filtro da internet, coisa tão necessária na rede, em tempos de excesso de informações. Fica a dica. De utilidade máxima. Procure seu livro. Leia. Incentive a leitura.

Campos do Jordão, 13 de novembro de 2008.

Written by Doce vida

novembro 13, 2008 at 4:35 pm

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Campos do Jordão

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Em tempos de trânsito caótico, temperaturas altas, poluição que resseca a pele e as lágrimas, e excessos por toda parte, de prazeres e desprazeres, o alto das montanhas é o paraíso.

Com seu clima, considerado nos anos 60, por um congresso de climatologia ocorrido em Paris, o melhor do mundo, no trânsito ainda não há semáforos e a poluição não afeta os moradores e visitantes. Os excessos, só se forem os de falta, de serviços, de produtos, de qualificações.

A cidade com 134 anos, tem verões brandos e reúne um conjunto de condições favoráveis para a saúde, já que a secura e a pureza do ar e a rarefação da atmosfera favorecem a ventilação pulmonar, trazendo benefícios no tratamento de doenças no pulmão. Diferente das capitais, o clima na região da Serra da Mantiqueira é tônico e vivificante, e indicado por especialistas na maior parte dos estados de enfraquecimento ou debilidade orgânica.

Conservando traços de cidade pequena, com seus 55 mil habitantes e polícia montada além das carroças e charretes, Campos do Jordão é uma das cidades turísticas mais visitadas no estado de São Paulo nos meses de inverno, ocasião em que uma infinidade de empresas instalam-se temporariamente, movimentando a economia da cidade e trazendo glamour para o clima frio.

Os contrastes existem, e nos fazem ter a certeza que devemos fincar nossas bandeiras, apoiando e participando de projetos sociais e de desenvolvimento de turismo, já que existe quem esteja disposto a pagar por serviços, e quem esteja disposto a prestá-los. É necessária a criação de pontes entre esses diferentes grupos sociais, atendendo as necessidades de ambos, diminuindo o abismo. Grupos que contrastam. A cidade e a periferia. O centro turístico, o Capivari, que recebe 1,2 milhões de turistas ao ano, e as encostas, que abrigam 30% da população local, que é de baixa renda.

Morar na cidade que abriga o Festival Internacional de Inverno desde os anos 70, que se aprimora a cada ano é motivo de alegria. O principal evento de música erudita do país, traz consigo a certeza de não perder o fluxo de turistas, já que foi construída pela Secretaria do Estado da Cultura, uma sede oficial para o evento, o Auditório Cláudio Santoro, com capacidade para 818 pessoas, em meio à natureza e ao lado do Museu Felícia Leirner, um dos únicos museus ao ar livre do Brasil, possuindo em pontos estratégicos, cerca de 100 esculturas semi-abstratas. Figuras zoomórficas e humanas, gigantescas imagens brancas que nascem da grama para estabelecer uma comunhão perfeita com a paisagem.

Onde as necessidades coexistem, por serviços e por trabalho, Campos do Jordão é cidade para se inspirar, morar e se enamorar.

Campos do Jordão, 9 de setembro de 2008.

Written by Doce vida

setembro 9, 2008 at 9:56 pm

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TV digital

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A TV digital, tão anunciada e esperada, inaugurada no final do ano passado, nada mais é do que a transmissão digital dos sinais audiovisuais, e para que se desenvolva comercialmente será necessária a queda no preço dos aparelhos para codificação e decodificação dos sinais em tempo real. Na transmissão digital, a imagem é mais imune a transferências e ruídos, ficando livre dos “chuviscos” e “fantasmas”, comuns na TV analógica.

Pela ausência de tecnologia, ainda não existe produção massiva de programação de alta definição no país, embora metade dos estúdios já está digitalizada, sendo mais de 60% das produções, feitas com equipamentos digitais: filmagem, edição e pós-produção. Os custos elevados e adaptações aos aparelhos de TV, já no mercado, ainda não foram elementos superados, o que traz a impressão de ser mais um avanço tecnológico que só chega a uma parcela da população.

A forma como evolui e o alcance social da televisão, geram questionamentos sobre a real importância desse meio de comunicação e sobre sua influência e dominação cultural. O meio é confundido com a mensagem pelos teóricos que se debruçam sobre o assunto, como se fossem uma coisa só. E não são. O meio é a tecnologia, o instrumento. A mensagem, é elaborada a parte, para ser inserida no meio.

A programação é absolutamente questionável, porém a tecnologia chamada televisão é apenas o instrumento, nas mãos dos que geram e transmitem conteúdos. E que ela funciona, não há dúvidas!

MENSAGEM

E existe interesse em levantar discussões sobre a mensagem que é transmitida, e assimilada de forma passiva, alienando as pessoas que recebem a informação, o conteúdo, sem questionar? Existe interesse em rever a programação, tornando-a de UTILIDADE pública e/ou educativa? Eu não acredito!

URGÊNCIA

E é a forma de utilizar esse precioso instrumento que precisa ser revista, com muito mais urgência que a imagem mais nítida, o azul mais azul, ou a ausência de fantasmas ou interferências. Não que o aspecto visual não importe, nada disso, mas adianta a embalagem linda? O que se “consome” não é o que vem dentro da embalagem? O produto?

No frigir dos ovos, a imagem não é o que faz diferença para a massa, que não está tão atenta a pequenas distorções na imagem, mas está agindo tal qual é sugestionado na TV, pelas suas programações, pra onde sim deveriam estar voltadas as atenções, e os investimentos.

A TV poderia ser o caminho, para levar às pessoas informações, instruções, conhecimentos. Mas pra isso precisaria mudar a programação.

REALIDADE

No Brasil, são mais de 65 milhões de aparelhos receptores, presentes em mais de 90% dos lares, sendo que mais de 80% é TV aberta, e na maioria dos casos, é a única fonte de informação da população.

INTERATIVIDADE [?]

As características da TV digital não se resumem à qualidade e à otimização do “fantasma”. Outra das vantagens, é a interatividade. Em nome da comodidade de quem transmite e quem recebe a mensagem do outro lado da tela, e dos aspectos financeiros envolvidos, outras ferramentas de comunicação se uniram à TV.

O comércio televisivo passará a ser destaque, onde o telespectador poderá adquirir os produtos anunciados diretamente pela TV, o que já acontece com a SKY, televisão por assinatura, há alguns anos. O vídeo sob demanda também é comum na TV digital. O vídeo é oferecido e o telespectador assiste se e quando quiser, podendo montar sua programação. O acesso a internet também poderá ser oferecido, pretensão uma inclusão digital, ainda não alcançada pela internet. Será que poder comprar brincos iguais aos da Fátima Bernardes, do Jornal Nacional, no decorrer do programa, pode ser chamado de interatividade?

E DEPOIS? …

E quem paga a conta? Para justificar a oferta desses produtos e o alto investimento na implantação do sistema, é essencial que se vise um público consumidor, que é justamente a massa, [as classes que mais necessitam de adequações dos preços dos aparelhos, que caibam em seus orçamentos].

Mas se não são acessíveis nem os aparelhos ainda, poderão efetuar grandes compras e manter o funcionamento do sistema? E a invasão das publicidades nos programas, que já vem acontecendo gradativamente, não esperando mais a hora do intervalo para anunciar seus produtos, sendo inseridos durante a programação. Ficará a dúvida ainda maior entre o que é jornalismo e o que é publicidade? O que é de interesse público e o que é de interesse que o público consuma?

A massa, alienada, conseguirá distinguir? Ó céus!

A mostra que o caminho parece bem mais longo na prática, que na teoria.

Campos do Jordão, 07 de setembro de 2008.

Written by Doce vida

setembro 7, 2008 at 6:43 pm

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Tendências de Comportamento: Solteiros

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Os solteiros, uma das parcelas que mais inflam no país, ditam tendências. Pouco a pouco, tomam conta das cidades, e o mercado cede ao aumento de pessoas nessa condição, passando a se dedicar a produtos para essa classe.

Se antigamente, casar e ter filhos aos 15 anos era natural, já que a mulher era educada para ser dona de casa e cuidar dos filhos, nos tempos atuais, as coisas são bem diferentes. Em 2005, de acordo com pesquisas do IBGE, após os 26 anos é que se pensa em casamento, e ano a ano a tendência é que essa idade aumente.

Os solitários ocupam 11% das casas na capital paulista, o que significa mais de 1 milhão de domicílios.

Os que escolheram a solidão, vão desde pessoas que querem aproveitar a ascensão profissional e ficar na casa dos pais por mais tempo, para guardar dinheiro; até o divorciado em busca do tempo perdido.

De acordo com o último censo do IBGE, há quase 53 milhões de pessoas com mais de 18 anos solteiras, o que equivale a 30% da população brasileira, número 70% maior que na década de 90.

Até uma data comercial já foi criada, o dia do solteiro, que foi comemorado em 15 de agosto.

Pesquisa do Instituto Ipsos/Marplan/EGM, realizada no ano passado, apontava Salvador como a capital brasileira dos solteiros, na seqüência vem Brasília, seguida por Belo Horizonte e Fortaleza.

Os solteiros são clientes em potencial de uma diversidade de segmentos e gastam mais em objetos “desnecessários” [não pra eles claro!]. Ditam tendências e aquecem a economia, já que podem gastar mais com suas próprias vontades.

Os casamentos diminuem ano a ano, e os divórcios crescem, é o que apontam estudos na área.Ou seja, os solitários aumentam!

No supermercado, as prateleiras são invadidas por produtos embalados para uma pessoa. O setor automotivo, calcula que, um em cada sete carros novos, é comprado por solteiros. A construção civil, atenta ao público, passa a construir ambientes menores, de apenas um quarto, e aprovar financiamentos para solteiros em programas do governo.

O conceito de família se transforma, e novos formatos de convivência surgem. São pais ou mães solteiros, pessoas que vivem sozinhas, avós com netos, casais homossexuais, enfim, caminhamos para o encontro com as diferenças. Caminhamos para um tempo em que, todos, seremos um.

Em que serão respeitadas as opções individuais, o modo de vida que cada qual escolheu pra si. Seja casado, solteiro, com filhos, sem eles. Não importa. Importa é ser respeitado, pelas suas escolhas.

E o mercado que fique atento. Às tendências do momento. E ao momento.

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E NA INTERNET… A MAIS CLARA “PROLIFERAÇÃO DOS HÁBITOS”:

Existem sites com discussões sobre o assunto, um deles:

http://www.solteirosporopcao.com.br/,

Além do blog:

http://www.solteiros.org/, com crônicas e afins sobre “ser solteiro”.

No mínimo divertido! Ler, se encaixar [ou não], e refletir. Sobre as mudanças de comportamento.

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Campos do Jordão, 04 de setembro de 2008.

Written by Doce vida

setembro 4, 2008 at 11:54 pm

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