Sobreleituras

Leituras do mundo, das mais variadas, dos fatos e acontecimentos.

Archive for the ‘Comunicação’ Category

Blogs I

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A mídia tradicional, “engessada”, com o tempo dá lugar a outras formas de comunicação. Nessa brecha, eis que surgem os blogs, páginas atualizadas regularmente, temáticas ou não, que nasceram como diários pessoais e extrapolaram essa dimensão, se tornando uma espécie de filtro do cyber espaço, transformando o cidadão comum em gerador de informações.

Criou-se uma via de mão dupla, permitindo interação.

Apareceu pela primeira vez em 1994, se tornou popular em 1999 e finalmente despontou como fenômeno em 2001. Hoje, atinge inclusive o ambiente corporativo, com diversas empresas de grande porte “embarcando” em uma comunicação mais direta e objetiva com seus clientes, em um ambiente onde é permitido interação, o que gera aproximação e posterior conhecimento das estratégias de comunicação a serem utilizadas. Excelente ferramenta de marketing.

Entre 2002 e 2006, foi criado um blog por segundo, nos mais diferentes idiomas.

Passaram a servir de suplemento de rádios, jornais e revistas, que passaram a repercutir as informações divulgadas nos blogs. Um processo de retroalimentação.

Os diários pessoais e endereços relacionados à tecnologia são os campeões em popularidade na blogosfera. Os que produzem notícias ou que as comentam também atraem muitos leitores e geram repercussão.

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Site interessante, para encontrar blogs com facilidade: http://blogsearch.google.com/

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Já pensou em escrever sobre o que gosta? Escrever sobre o que lhe desperta interesse e compartilhar com as pessoas? Ou mesmo escrever sobre o que as pessoas gostam, que seja para exercitar o hábito da escrita simplesmente?

Um blog pode ser a oportunidade! Não perca tempo.

“Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito.”

Aristóteles

Campos do Jordão, 21 de agosto de 2008.

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Written by Doce vida

agosto 21, 2008 at 9:52 pm

Internet, Intranet e Extranet

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Internet: É a rede das redes, o conjunto de centenas de computadores conectados em diversos países de todos os continentes para compartilhar informação e recursos computacionais. Fisicamente equivale a uma estrada da informação, bem colocado por Pinho, J.B em Jornalismo na Internet. “Os pacotes de informação viajam então por meio das redes que compõem a Internet, seguindo um caminho que passa por muitos níveis diferentes de rede em vários tipos de linhas de comunicação”. Foi o meio de comunicação que mais rápido se difundiu. Entre sua descoberta e sua difusão foram apenas 7 anos. A televisão demorou 25 anos, o rádio 40, o telefone 70 e a imprensa nada menos que 400 anos, entre sua descoberta e sua difusão.

Intranet: Usada no ambiente privativo das empresas. Informações transitam em uma rede interna, permite comunicação entre empregados e acesso a consulta e informações, além de conversas on-line. As informações sigilosas percorrem um caminho mais seguro com adoção de sistemas de senhas de acesso com direitos específicos de acordo com a função na empresa. As transmissões de dados são feitas em banda larga, com velocidade superior a internet, sendo ideal para vídeos de treinamento, que rodam muito mais rápido que no site da empresa. O ideal é que cada departamento tenha seu próprio site na intranet, possibilitando maior interação entre os setores e funcionários.

Extranet: Rede exclusiva de acesso dos parceiros de negócios da organização. Clientes, fornecedores e usuários autorizados. Diferente das intranets, dirigidas apenas para o publico interno, a extranet é estendida para públicos diretamente ligados a empresa. Possibilita agilidade nos processos e tramites entre pares.

Leitura que orienta e agrega informações sobre os temas: PINHO, J.B, “Jornalismo na Internet: Planejamento e produção da informação on-line” – São Paulo: Summus, 2003.

Recomendo!

Campos do Jordão, 17 de Agosto de 2008.

Written by Doce vida

agosto 17, 2008 at 1:40 pm

Publicado em Comunicação

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Vladimir Herzog

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Vladimir Herzog além de jornalista, foi professor da Universidade de São Paulo e teatrólogo. Cursou filosofia na USP onde conheceu Clarice com que se casaria mais tarde. Trabalhou no jornal “O Estado de São Paulo”, foi redator do programa “Show de Notícias” do canal 9, editor de cultura da revista Visão. Em alguns momentos se dividia entre o jornalismo e o cinema, uma de suas grandes paixões. Seguiu para Londres para fazer um curso de TV na BBC. Dirigiu o jornalismo da “TV Cultura” em 1975.

Com saúde frágil, Vlado se alimentava pouco, com extraordinária sensibilidade voltada para a arte sempre fez questão de cultivar as amizades se correspondendo através de cartas quando longe. Tinha clareza e boas idéias, sério, responsável, maduro, estável, marcava-o uma profunda generosidade. Aparentemente tímido, era delicado e engraçado, com uma inteligência penetrante, excelente escritor. Sempre com um livro debaixo do braço, o doce e competente jornalista era muito ligado ao cinema, televisão e teatro.

Em plena ditadura, anos em que qualquer ato que não fosse de encontro ao governo seria punido severamente, um falso nacionalismo era encenado pelo governo militar. Uma verdadeira “caça” aos ditos comunistas. Vários jornalistas foram perseguidos, não havia liberdade de imprensa e os opositores do governo recebiam punições.

Vladimir Herzog foi chamado até o DOI – CODI para prestar esclarecimentos e, aos 38 anos é morto pela repressão do regime militar, sendo sua morte tratada como suicídio na tentativa de isenção da culpa da União, posteriormente considerada culpada quando sua esposa, Clarice Herzog, para provar que ele fora preso injustamente, abriu um processo de averiguação, ganhando a causa 3 anos depois.

Logo após sua morte, em 31 de outubro de 1975, um culto ecumênico na Catedral da Sé, reuniu as religiões. Dirigido por D. Paulo Evaristo Arns, junto com o pastor James Wright e o rabino Henri Sobel, milhares de pessoas fizeram um momento de silêncio em protestos contra o regime da ditadura militar, em expressão de indignação de um direito ferido, o direito a vida.

Ernesto Geisel, o presidente da época, não prendeu ninguém, mas exonerou o comandante do II Exército, responsável pelos acontecimentos, após protestos de milhares e milhares de universitários, jornalistas, intelectuais e líderes religiosos de todos os credos. A morte de Herzog mudou os rumos do país, foi responsável pela abertura política e pelo processo de redemocratização do Brasil, seu nome será um eco eterno da voz da liberdade, que não cala.

[Em enquete realizada nas ruas de São Paulo, a maioria das pessoas desconhece quem foi Vladimir Herzog, não tendo a menor idéia do que sua vida e ocasionalmente sua morte, tenham representada a Nação, com reflexos até os tempos atuais.]

João Batista de Andrade em seu documentário – “Vlado – 30 anos depois” – conta um pouco da história às pessoas que não viveram na época. Vale a pena assistir! Conhecer a história do país em que vivemos, afinal quanto mais olharmos para trás, mais estaremos aptos a enxergar na frente.

“Aqueles que não se lembram do passado estão condenados a repeti-lo.”
George Santayana

Campos do Jordão, 14 de Agosto de 2008.

Written by Doce vida

agosto 14, 2008 at 1:27 pm

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Palestra Comunicação Organizacional

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A 28º SECOM – Semana de Comunicação da UNITAU – trouxe em seu ciclo de palestras, Amauri Marchese, formado em jornalismo e relações públicas, diretor de comunicação corporativa da Cia de Idéias Marketing e Comunicação, além de consultor especializado no desenvolvimento de programas e projetos para as áreas de Comunicação Corporativa e Marketing Institucional.

Com 34 anos de experiência na área, o profissional fala em sua palestra “Os oito mitos da comunicação corporativa”, sobre as mensagens existentes por trás de mitos, na comunicação corporativa brasileira.

O jornalista, afirma que o crescimento da comunicação corporativa é visível, e que, sem medo de errar, há grande espaço para profissionais da área. Ressalta sobre a importância de ser um profissional multifuncional, fazendo de tudo um pouco, já que apenas testando potencialidades, pode se descobrir qual seu verdadeiro talento.
Para Marchesi, a comunicação deixou de ser apenas a propaganda, passa a envolver todos os seus públicos, internos e externos. A comunicação organizacional, fala com a pessoa certa, do jeito certo, na hora certa, se relacionando com uma diversidade de públicos, que vai desde o colaborador até o cliente e o investidor, passando pelas famílias e pelos fornecedores, que devem ter uma imagem unificada da empresa.

O profissional ressalta a tática, que nos tempos atuais, se contrapõe a estratégia no trabalho de comunicação. As pessoas se preocupam com o detalhe, com a parte operacional, mas não sabem o que fazer com as informações obtidas. Aponta falhas de formação para o desenvolvimento do pensamento estratégico. Não se enxerga longe e por isso não sai do operacional. “O ideal é que um gerente de comunicação corporativa consiga antever as coisas, carregue sua equipe em direção às metas da empresa. Esse poder estratégico passa necessariamente pelos bancos da escola” – afirma o professor.

Para ele, o conceito de comunicação integrada não é claro na cabeça das pessoas. Comunicação integrada prevê a percepção de uma imagem única da empresa, todos os públicos com os quais a empresa se relaciona devem ter a mesma imagem, e é em cima disso que deve ser realizado um trabalho de comunicação, afirma.
De nada adianta, o publicitário projetar o produto e a marca em fabulosas campanhas e, ao haver uma crise, não existir um profissional que gerencie essa crise, o que pode fazer todo o trabalho em cima de campanhas ou peças publicitárias, serem perdidos. Acredita também, que as agências de comunicação não estão capacitadas para atender múltiplos serviços. É impossível que uma empresa faça tudo. Ainda não existe formação conceitual adequada nas agências para oferecer suporte que muitas vezes divulga, é o que defende.

Para a aluna do terceiro ano de jornalismo, Tancy Costa, o ponto chave da palestra foi o pensamento estratégico. “O mercado tem oferta de vagas mas não estamos preparados. O jornalista está tão focado na área de rádio, TV e jornal impresso, que não enxerga outras possibilidades” argumenta a estudante.

O jornalista acredita que os cursos de comunicação do Brasil ainda não abrangem as necessidades apresentadas pelo mercado, a exemplo de outros países. Os currículos fixados pelo MEC devem ser revistos, mas por outro lado as empresas também não se aproximam das academias. Sugere como opção, que a universidade busque essa aproximação, sabendo o que as empresas precisam. Sentir o pulso do mercado.


A palestra termina com algumas dicas do profissional para quem quer entrar no mercado corporativo. Hoje as empresas são globalizadas e é exigido que o profissional fale pelo menos 3 idiomas fluentes, além da necessidade do conhecimento de marketing, considerado fundamental. Traçar um plano de carreira também é uma opção para os que ainda não se sentem preparados, alerta o professor.

O que o mercado quer? É a pergunta que o profissional deve fazer a si mesmo ao começar se preparar. Quem são os profissionais que podem antever o futuro? O de comunicação, marketing e administração, afirma Marchesi, e outros profissionais estão tomando a área por falta de imersão desses profissionais em suas especificidades.
Aberta a perguntas, fim da palestra, o palestrante pergunta e ele mesmo responde: Qual a mensagem afinal? “Fazer os alunos saírem batendo a cabeça. Se não é esse o caminho o que devo fazer pra mudar?” – provoca o profissional.

Taubaté, 12 de Agosto de 2008.

Written by Doce vida

agosto 12, 2008 at 11:49 pm

Bookcrossing

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Além do valor cultural de uma iniciativa nesses moldes, pode ser muito divertido participar. Nos Estados Unidos, desde 2001, a prática é freqüente e há grande adesão na Itália, mas no Brasil ainda caminha a passos lentos, apesar de que, o que importa de fato é não deixar de caminhar. Que emplaque aos poucos, mas que emplaque.

O bookcrossing – cruzamento de livros – é uma iniciativa norte-americana, que tem como objetivo democratizar a leitura, uma espécie de corrente literária. Uma pessoa deixa um livro em local público [com etiqueta e dedicatória indicando qual a finalidade do livro estar ali], que pode ser levado por qualquer pessoa. Quem levou também passa a fazer parte da corrente, deixando o mesmo ou outro livro em algum local público, para que outra pessoa tenha oportunidade de ler.

A idéia do projeto é bem simples e se resume em duas palavras : compartilhar e desapego.

Os membros do site registram, de graça, os livros que querem deixar, escolhendo quando e onde deixará. Escreve um texto na folha de rosto, o endereço do site e um código de identificação [gerado pelo site para controlar por onde anda a obra]

Depois, deixam os livros em um lugar qualquer ou em “crossing zones” (”zonas de cruzamento”) oficiais.

[No Brasil, existem três: em São Francisco Xavier (Biblioteca Solidária), em São Paulo (Central das Artes) e no Rio de Janeiro (Lunático Café).]

Quem achar o livro, escreve seu código no site, conforme as instruções deixadas na folha de rosto, permitindo que se acompanhe a trajetória do livro pelo mundo.

É claro que nem todo mundo que encontra um livro, vai entrar no site, nem todo mundo vai repassá-lo. Mas isso não torna a idéia menos interessante. E nem menos bem-sucedida: existem hoje mais de 600 mil participantes em cerca de 130 países.

Aos poucos, livros estarão mais perto de você do que imagina.

Confira: http://www.livrolivre.art.br/

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No site, http://www.bookcrossing-portugal.com/faq.htm, apesar de ser de Portugal, também podem ser encontradas obras perto de você. Eu encontrei até em Taubaté, cidade vizinha a minha.

Não deixem de conferir. E participar!

Campos do Jordão, 11 de Agosto de 2008.

Written by Doce vida

agosto 11, 2008 at 3:46 pm

Censura na rede

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Apesar de estádios futuristas e infra-estrutura de primeira, os 500 mil atletas, jornalistas e turistas esperados nas olimpíadas de Pequim terão uma surpresa ao lidar com a internet. Os sites falham ou demoram para abrir e a conexão cai de um minuto para outro.

O motivo é o Projeto Jin Dun [“escudo de ouro”], uma muralha digital erguida para censurar a internet dentro do país. São 640 mil computadores e um exército de 30 mil funcionários. Um sistema que custou US$29 bilhões.

No país onde há mais internautas [220 milhões] , apenas 17 cabos, são responsáveis pela conexão com o resto do mundo, o que é um facilitador da censura.

Mas não é só na China que a rede é censurada, em Cuba por exemplo só existe um provedor de acesso e até maio deste ano era proibido ter computador em casa.

No Egito a rede não é censurada, mas quem escrever sobre o governo é perseguido e pode pegar cadeia.

No Irã, em média 10 milhões de sites contendo sexo, política e religião são bloqueados.

Na Suécia a internet é grampeada pelo governo, e na Coréia do Norte, até o começo do ano era proibido celular, podendo ser condenado à morte quem fosse pego com um, internet então nem se comenta. São ao todo, 27 países praticantes de censura na rede, em maior ou menor grau.

Entre as técnicas utilizadas pelos governos, estão o esvaziamento periódico de alguns sites como o Google e Wikipédia, e uso de filtros por palavras, impedindo acesso a conteúdo que contenham palavras consideras tabu.

O Brasil já esteve na corda bamba da censura quando o YouTube fora tirado do ar, no ano passado.

http://www.cultura.gov.br/site/2007/12/10/brasil-esta-no-mapa-da-censura-na-internet/

E a liberdade de expressão onde fica? O direito a informação?

Reféns do sistema, até onde imaginamos ter liberdade. Sondados, vigiados, cerceados.

Que novos tempos surjam, trazendo a quem cala, a fala.

Campos do Jordão, 09 de Agosto de 2008.

Written by Doce vida

agosto 9, 2008 at 2:21 am

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Linguagens não verbais

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O que as pessoas dizem nem sempre corresponde ao que elas pensam ou sentem.

Os políticos por exemplo – mestres em linguagem corporal – fingem acreditar em coisas que não acreditam, e tentam dar a impressão de serem o que não são, o tempo todo. Basta época de eleições e todos saem às ruas, tomam café com as pessoas e sorriem. Sorrisos programados. Políticos em sua maioria são treinados para aplicarem técnicas de linguagem corporal.

Tornar-nos mais conscientes dos nossos próprios sinais não verbais, e saber como nos comunicar de maneira eficaz, obtendo reações que desejamos, pode ser uma ferramenta muito interessante.

De acordo com pesquisas, na década de 50, toda comunicação interpessoal era composta de:

7% elementos verbais [palavras],

38% de elementos vocais [tom de voz, inflexão e outros sons] e

55% de elementos não verbais.

Ou seja, o corpo fala mais do que palavras ou voz, em grande parte das situações.

O antropólogo Ray Birdwhistel, que se especializou em movimentos humanos e em linguagem não verbal, calculou que o indivíduo fala de 10 a 11 minutos de palavras por dia, em média, em sentenças com duração de mais ou menos 2 segundos e meio.

Estimou também que somos capazes de reconhecer e fazer cerca de 250 mil expressões faciais!

No mundo dos negócios, a linguagem corporal corresponde de 60 a 80% das mensagens transmitidas na mesa de negociação, e tramitando no mesmo ambiente, as pessoas formam de 60 a 80% de sua opinião sobre um recém chegado antes de completados os primeiros 4 minutos de conversa.

Por telefone, quem tem o argumento mais forte ganha.

Já frente a frente quase todo mundo toma as decisões finais mais pelo que vê do que pelo que ouve.

A linguagem do corpo é o reflexo externo do estado emocional da pessoa.
Pesquisas de Psicólogos da Universidade de Harvard demonstraram que as mulheres, devido sua organização cerebral, são mais atentas para a linguagem corporal do que os homens, superando-os em termos de capacidade de comunicação.

Imagens de ressonância magnética, mostram que mulheres usam de 14 a 16 áreas do cérebro para avaliar o comportamento das pessoas, contra de 4 a 6 dos homens.

O fascínio pela palavra levou as pessoas a perderem muito da capacidade de leitura corporal, deixando de lado a observação dos próprios instintos. Vários estudos falam sobre o assunto e são diversos os estudiosos, no livro “Desvendando os segredos da linguagem corporal” de Allan e Barbara Pease encontra-se um ótimo aliado para prestarmos atenção a nós mesmos retomando nossa atenção à nossa sincronia, do interior com o exterior.

É daqueles livros de cabeceira. Leitura útil. Serve pra sempre.

Uma dica de site, para saber mais:

http://www.linguagemcorporal.com.br/

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Em outros aspectos, a linguagem do corpo também está diretamente associada à saúde. Se tiver interesse acesse: http://www.linguagemdocorpo.com.br/

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Campos do Jordão, editado em 20 de Julho de 2008.

Written by Doce vida

julho 20, 2008 at 2:00 pm

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