Sobreleituras

Leituras do mundo, das mais variadas, dos fatos e acontecimentos.

Archive for the ‘Comunicação’ Category

Skoob – Site de relacionamentos sobre leituras

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Um novo espaço para os amantes da leitura chega aos poucos na internet, e promete dar o que falar. O skoob – [www.skoob.com.br] – um site de relacionamentos onde o usuário se cadastra e vai montando gradativamente sua estante virtual, relacionando os livros que já leu os que ainda quer ler, aquele que parou no caminho [e é bom ficar ali lembrando que precisa ser terminado!]. Aquele que vai reler, ou está relendo. Além do que está lendo no momento.

Compartilhar gostos por leituras específicas, trocar informações sobre aquele livro que morre de vontade de ler e alguém já leu.

Se o livro que você leu ainda não está cadastrado no site, faça isso. Assim aumenta as chances de funcionamento de algo que ao que parece, veio pra ficar. Atualmente, são mais de 10.000 títulos cadastrados, e você pode opinar sobre o livro, criticar, elogiar, elaborar uma resenha, e até mesmo conhecer pessoas que tenham o mesmo interesse de leituras, o que cá pra nós pode ser uma troca fantástica.

Na página inicial figuram os mais recentes livros cadastrados e os mais lidos. Em minha opinião ainda falta uma separação melhor no item estante, onde poderiam ficar separados por gêneros as leituras de cada um, ou algo assim, mas creio que isso, junto com outros detalhes, será aperfeiçoado com o passar do tempo, tornando o site uma ferramenta além de interessante, de extrema utilidade pela troca cultural que pode passar a existir.

Tudo bem que pesquisas na área mostram que a leitura não está entre os hábitos preferidos do brasileiro, mas nós, leitores vorazes sempre temos a esperança de que mais dia menos dia as pessoas comecem a se render aos encantos da leitura. Comece lendo o que gosta muito, sobre assuntos que lhe interessem, e depois quando perceber estará lendo para aprender mais sobre algo, ainda que não goste muito, estará lendo por ler, lendo por prazer, lendo por não ter o que fazer. Lendo simplesmente por ler.

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Written by Doce vida

fevereiro 27, 2009 at 12:54 pm

Publicado em Comunicação

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Os minutos que o Google parou

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Lendo a reportagem na Revista da Semana, sobre os 58 minutos que o Google, maior buscador da internet, ficou fora do ar e deixou o planeta “suspenso”, do Brasil à Indonésia, da Inglaterra à Austrália, não pude deixar de ficar pensando nisso, pela questão sociológica, pelas “dependências” que o ser humano vai criando. Há inclusive um termo recente, de acordo com a reportagem, que encaixa com esse fato, da dependência. Monocultura, que é um fenômeno que brota quando um produto ou uma tecnologia torna-se dominante. De certa forma padronizam um sistema, deixando as pessoas “reféns”.

A exemplo: Pra todas as dúvidas, desde a pontada no terceiro dedo da esquerda pra direita, até como configurar o som, quem escreveu a frase, a música, o poema.

Quer saber da vida de alguém? Da um Google. Quer buscar um telefone? Endereço? Saber quem escreveu aquela frase que não sai da sua cabeça? Procurar uma letra de música? Um trecho de um poema? Um site que ouviu meio falar e não tem certeza? Pesquisas escolares nem se fala. E quando uma dúvida, sobre o que significa a palavra tal, surge diante do computador? Da Google nela!

No dia 31 de janeiro de 2009, entre 12h27 e 13h25 o Google parou. Saiu do ar e a mensagem foi a seguinte: “Este site pode danificar o seu computador”. O problema foi causado por uma falha humana. Uma lista foi atualizada por engano e os sites com o símbolo /, ou seja, todos, foram bloqueados.

E o mundo entrou em “pânico”. A certeza é única, que viver sem o Google traz certo “desespero”.

O buscador é ideal para ser página inicial, já que com poucas imagens carrega rápido e além de tudo já saimos direto onde podemos de tudo digitar. Nome, sobrenome, apelido, datas, palavras, perguntas, afirmações. Está tudo ali, Indexado. Linkado. Plugado.

Estamos na rede, Dependentes da rede. Viciados na rede. Epa. Viciados na rede? E da-lhe um Google para não perder o costume, na expressão: “tratamento viciados na internet”, e o resultado é que existem aproximadamente 46.700 links para a frase.

Se já não bastasse os vícios naturais, normais [?], do café, do cigarro, do chocolate, da jogatina etc. Viciados na internet!

Onde vamos parar? Será que dar um Google responde?

Inspiração para escrever sobre o assunto: Revista da Semana, de 12 de fevereiro de 2009.

Written by Doce vida

fevereiro 8, 2009 at 9:44 pm

Publicado em Comunicação, Tecnologia

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Crítica a TV. Conteúdo e forma.

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A televisão gera indigência mental e conformismo, trazendo um mar de futilidades. Tem as imagens que o rádio não possui e é capaz de fixar hábitos na rotina das pessoas. Entrou na corrente sanguínea do brasileiro, que passa em média 3,9 horas diária com os olhos vidrados na tela. A TV não exige mobilidade nem alfabetização, só o controle remoto. E além de tudo é hipócrita. Pauta nossas conversas, dita nossa hora de dormir, a decoração de nossas casas, a qualidade do que comemos, compramos e sabemos.

Dados da unesco, dizem que, os brasileiros até quatorze anos passam vinte e oito horas semanais com a tv contra vinte e três horas semanais com a escola.

Babá hipnótica ela atrai, fisga, seduz. Invade o imaginário, dita regras de conduta e modelos imitados. Estima-se que, quinze por cento do público, compra sessenta e cinco por cento do que é anunciado na tv. Com seu modo próprio de tratar as coisas da vida, retratar o cotidiano, enquadrar a realidade em seu terreno e ao sabor dos seus caprichos a publicidade inverte valores, os programas redefinem os limites da privacidade e o jornalismo dança conforme o entretenimento.

A vida ganha cores paralelas e outro contorno.

A insaciavel curiosidade alheia é alimentada.

A vida vira filme e há cada vez mais gente disposta a tudo para deixar de ser figurante.

Qual o limite entre a ficção e a realidade? O que é fato e o que é simulacro?

A TV banaliza comportamentos, o modo como encaramos a violência, o sexo e a censura. Fragmenta seu auditório em cem milhões de lares com suas fórmulas batidas, a emergência de shows popularescos de auditório, o avanço da uma submúsica indigente e pornográfica, a erotização generalizada e a disseminação de um jornalismo demagógico e sensacionalista.

Fora anunciada como a prodigiosa máquina que daria às pessoas o acesso ao melhor da arte, da ciência e da cultura universais. O mundo entra nas casas, o conhecimento é incutido pelos olhos e ouvidos, sem esforços, sem custos, com prazer. Alienante e desmobilizadora, já chamada por estudiosos de máquina de fazer doidos, e definida por Henfil como “a máquina de chupar cérebros”, ela está presente em todos os lares, em todos os lugares. Alienando, subvertendo, alimentando imaginários e consumos. Já parou pra refletir?

Written by Doce vida

janeiro 27, 2009 at 12:29 pm

Publicado em Comunicação

Sociedade do Espetáculo

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O mecanismo do espetáculo se sobrepõe ao bom senso. Já não há mais medidas para as coberturas jornalísticas, que têm como principal objetivo conquistar a audiência, que conquista a publicidade, que conquista consumidores, que buscam pelo espetáculo, em um círculo vicioso sem fim. Os meios de comunicação passam a fazer parte dos acontecimentos. Quando entrevista um criminoso, no ato do crime, por exemplo como no caso Eloá [garota assassinada pelo ex-namorado em Santo André], a polícia, junto com o sequestrador e a vítima, fazem parte de um circo, montado por si só, mas sustentado e principalmente levado a público pela imprensa. As pessoas excluídas a força da sociedade, querem, também a força, serem incluídas nessa sociedade, e muitas vezes cometem atos atrozes, na ânsia de aparecer, de ser o personagem central, o protagonista. Nem que seja nas páginas policiais.


E quais os limites da ética no uso de imagens e detalhes que só fazem alimentar uma superficialidade, um fato, sem possibilidades de análise do contexto? As cenas são mostradas como se fossem capítulos de uma novela. Como se pessoas reais, com sentimentos, não estivessem envolvidas, sendo obrigados a lidar com os mesmos fatos, a mesma dor, por dias e dias a fio, ao sabor da imprensa.

A sociedade do espetáculo, bem descrita por Guy Debord, conclui que todo o capitalismo conflui para o espetáculo. Muitas vezes as cenas são recriadas, como no caso de Trumam Capote quando escreveu “A Sangue Frio”, um livro que fala sobre um assassinato de uma família no Kansas. Com uma matéria em mãos, a curiosidade e o senso de repórter aguçados, o jornalista dá um exemplo de texto narrativo, em estilo literário e envolvente, contando detalhes do assassinato com entrevistas com os acusados.

Quanto de verdade e quanto de espetáculo? Não se sabe. Apenas sabemos que as coisas não são como elas são, mas como nós somos. E se vemos com os olhos da espetacularização, tudo será sempre, espetáculo. Resta-nos entregar os pontos. Ou questionar, resistir. Não assistir.

Troque a televisão por um livro. Informe-se. Veja TV se preferir, mas não de forma passiva, sem questionar. Não se deixe levar, a ponto de aceitar uma verdade já montada, sem possibilidade de análise dos fatos. Reflita. Insista. Persista.


Idéia de escrever sobre o assunto surgiu do: O Estado de S. Paulo – 26 de Outubro de 2008

Written by Doce vida

novembro 28, 2008 at 5:20 pm

“Cem quilos de ouro”

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Já havia me surpreendido com a forma de escrita de Fernando Morais quando li “Chatô – O rei do Brasil”.
O livro, de muitas páginas, semelhante a um peso de porta, parecia o caos quando recomendado pelo professor de História do Jornalismo. Mas foi considerado valioso após sua leitura. Tanto para entender o contexto do surgimento da TV, o aparato tecnológico que mais exerce influência e atinge a massa, estando presente em mais de 95% dos lares brasileiros, quanto para saber sobre a vida de Chatô, e das pessoas que o circundavam.
A televisão. AHH a televisão.
Aquela que usa e abusa do imaginário e transporta o ser humano pra outra vida.

Em busca de minhas leituras costumeiras, que passam os olhos por revistas, jornais, e toda hora está em busca de um livro, de novo surgiu o nome do jornalista Fernando Morais como opção. Aceitei a leitura para compreender se Chatô teria sido personagem o bastante para faze-lo contar histórias tão claras, ou se o modo de escrita dele era de fato tão “saborosa”, fluindo agradavelmente a cada capítulo.

“Cem quilos de ouro” traz doze reportagens escritas e já publicadas pelo jornalista, mostrando que apuração, riqueza de detalhes e faro jornalístico não lhes falta. Na matéria que entitula o livro, o autor discorre sobre o sequestro de um empresário. A imaginação é aguçada e as imagens vão se formando na cabeça, como se estivessemos vendo a cena, tamanha quantidade de detalhes e capacidade de descrição dos elementos, que nos fazem juntar as peças, formando um todo. Cada parte é visualizada, e a única pena é que não sejam reportagens mais profundas, mais densas, já que pela forma de escrita do autor, aprender se torna uma consequência. Uma consequência aliás agradável, prazerosa. Com vontade de quero mais.

Recomendo! Os dois livros lidos de Fernando Morais. “Chatô- O rei do Brasil” e “Cem quilos de Ouro”.
Lendo e relendo… E aos poucos, aprendendo. A escrever. A descrever.

Idéia de escrever sobre o assunto: Leitura “Cem quilos de ouro”  – Fernando Morais.

Written by Doce vida

novembro 23, 2008 at 6:49 pm

Publicado em Comunicação

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Opinião Publica

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Trata-se de um conjunto de crenças a respeito de temas controversos. Opinião pública é um conceito em transformação. Não é exatamente a soma do que pensa a maioria que faz a opinião publica, mas sim a opinião que se sobressai, vinda normalmente dos chamados formadores de opinião.
É influenciada pelo sistema social de um país, pelos veículos de comunicação massiva e não deve ser confundida com a vontade popular, onde é gerada ação a respeito da vontade manifestada.
O jornalismo ajuda a reforçar as opiniões ja pré existentes, e só muda uma opinião quando o assunto não é familiar, ja enraizado nas sociedades. As opiniões das pessoas são formadas dentro de grupos sociais e são reflexo de vivências anteriores. As mensagens transmitidas pelos meios de comunicação apenas reforça o que já está no subconsciente das pessoas, o desejo de algo já existe, só é despertado pela comunicação.
As mídias competem entre si, havendo um monopólio da informação, o que facilita a linearidade de opiniões, que influenciam a massa. Quanto mais os meios de comunicação se concentram nas mãos de poucas pessoas, mais possibilidades de manipulação dessas opiniões.

IMPRENSA REGIONAL X NACIONAL
A imprensa regional é normalmente omissa, não se preocupa em debater ou formar opiniões, apenas retrata os fatos, e deixa a mercê de cada um interpretar e discutir.
Já os meios de comunicação da imprensa nacional, tem a intenção de provocar debates e suscitar opiniões, muitas vezes pautando essas opiniões, que se transformam em um novo enfoque do assunto, ou até em um novo assunto.
E O JORNALISTA?
O papel do jornalista é transitar entre os grupos de poder e a opinião pública, sendo uma espécie de mediador. Transitar na corda bamba sem cair. Nem elitista, nem populista.
O jornalista é quem converte informação em comunicação, decodificando e codificando os acontecimentos, para que se forme então a opinião pública. Informação é objeto. Comunicação é relação.
EM SUMA…
A opinião publica nem sempre será a opinião da maioria, mas sim a que melhor representa os grupos, advinda muitas vezes de forma vertical, tal qual os aparelhos ideológicos de Estado, que impõem as formas de agir e pensar, podendo ser também horizontalmente, quando os formadores de opinião trazem sua forma de pensar à maioria do grupo, formando então a opinião publica.

Para saber mais: http://www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/opiniaopublica/0017.htm

Idéia de escrever sobre o assunto: Aula de Teoria do Jornalismo – bimestre 4 – Ano 3 [Jornalismo]

Written by Doce vida

novembro 21, 2008 at 5:15 pm

TV digital

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A TV digital, tão anunciada e esperada, inaugurada no final do ano passado, nada mais é do que a transmissão digital dos sinais audiovisuais, e para que se desenvolva comercialmente será necessária a queda no preço dos aparelhos para codificação e decodificação dos sinais em tempo real. Na transmissão digital, a imagem é mais imune a transferências e ruídos, ficando livre dos “chuviscos” e “fantasmas”, comuns na TV analógica.

Pela ausência de tecnologia, ainda não existe produção massiva de programação de alta definição no país, embora metade dos estúdios já está digitalizada, sendo mais de 60% das produções, feitas com equipamentos digitais: filmagem, edição e pós-produção. Os custos elevados e adaptações aos aparelhos de TV, já no mercado, ainda não foram elementos superados, o que traz a impressão de ser mais um avanço tecnológico que só chega a uma parcela da população.

A forma como evolui e o alcance social da televisão, geram questionamentos sobre a real importância desse meio de comunicação e sobre sua influência e dominação cultural. O meio é confundido com a mensagem pelos teóricos que se debruçam sobre o assunto, como se fossem uma coisa só. E não são. O meio é a tecnologia, o instrumento. A mensagem, é elaborada a parte, para ser inserida no meio.

A programação é absolutamente questionável, porém a tecnologia chamada televisão é apenas o instrumento, nas mãos dos que geram e transmitem conteúdos. E que ela funciona, não há dúvidas!

MENSAGEM

E existe interesse em levantar discussões sobre a mensagem que é transmitida, e assimilada de forma passiva, alienando as pessoas que recebem a informação, o conteúdo, sem questionar? Existe interesse em rever a programação, tornando-a de UTILIDADE pública e/ou educativa? Eu não acredito!

URGÊNCIA

E é a forma de utilizar esse precioso instrumento que precisa ser revista, com muito mais urgência que a imagem mais nítida, o azul mais azul, ou a ausência de fantasmas ou interferências. Não que o aspecto visual não importe, nada disso, mas adianta a embalagem linda? O que se “consome” não é o que vem dentro da embalagem? O produto?

No frigir dos ovos, a imagem não é o que faz diferença para a massa, que não está tão atenta a pequenas distorções na imagem, mas está agindo tal qual é sugestionado na TV, pelas suas programações, pra onde sim deveriam estar voltadas as atenções, e os investimentos.

A TV poderia ser o caminho, para levar às pessoas informações, instruções, conhecimentos. Mas pra isso precisaria mudar a programação.

REALIDADE

No Brasil, são mais de 65 milhões de aparelhos receptores, presentes em mais de 90% dos lares, sendo que mais de 80% é TV aberta, e na maioria dos casos, é a única fonte de informação da população.

INTERATIVIDADE [?]

As características da TV digital não se resumem à qualidade e à otimização do “fantasma”. Outra das vantagens, é a interatividade. Em nome da comodidade de quem transmite e quem recebe a mensagem do outro lado da tela, e dos aspectos financeiros envolvidos, outras ferramentas de comunicação se uniram à TV.

O comércio televisivo passará a ser destaque, onde o telespectador poderá adquirir os produtos anunciados diretamente pela TV, o que já acontece com a SKY, televisão por assinatura, há alguns anos. O vídeo sob demanda também é comum na TV digital. O vídeo é oferecido e o telespectador assiste se e quando quiser, podendo montar sua programação. O acesso a internet também poderá ser oferecido, pretensão uma inclusão digital, ainda não alcançada pela internet. Será que poder comprar brincos iguais aos da Fátima Bernardes, do Jornal Nacional, no decorrer do programa, pode ser chamado de interatividade?

E DEPOIS? …

E quem paga a conta? Para justificar a oferta desses produtos e o alto investimento na implantação do sistema, é essencial que se vise um público consumidor, que é justamente a massa, [as classes que mais necessitam de adequações dos preços dos aparelhos, que caibam em seus orçamentos].

Mas se não são acessíveis nem os aparelhos ainda, poderão efetuar grandes compras e manter o funcionamento do sistema? E a invasão das publicidades nos programas, que já vem acontecendo gradativamente, não esperando mais a hora do intervalo para anunciar seus produtos, sendo inseridos durante a programação. Ficará a dúvida ainda maior entre o que é jornalismo e o que é publicidade? O que é de interesse público e o que é de interesse que o público consuma?

A massa, alienada, conseguirá distinguir? Ó céus!

A mostra que o caminho parece bem mais longo na prática, que na teoria.

Campos do Jordão, 07 de setembro de 2008.

Written by Doce vida

setembro 7, 2008 at 6:43 pm

Publicado em Comunicação

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