Sobreleituras

Leituras do mundo, das mais variadas, dos fatos e acontecimentos.

Archive for fevereiro 2009

Skoob – Site de relacionamentos sobre leituras

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Um novo espaço para os amantes da leitura chega aos poucos na internet, e promete dar o que falar. O skoob – [www.skoob.com.br] – um site de relacionamentos onde o usuário se cadastra e vai montando gradativamente sua estante virtual, relacionando os livros que já leu os que ainda quer ler, aquele que parou no caminho [e é bom ficar ali lembrando que precisa ser terminado!]. Aquele que vai reler, ou está relendo. Além do que está lendo no momento.

Compartilhar gostos por leituras específicas, trocar informações sobre aquele livro que morre de vontade de ler e alguém já leu.

Se o livro que você leu ainda não está cadastrado no site, faça isso. Assim aumenta as chances de funcionamento de algo que ao que parece, veio pra ficar. Atualmente, são mais de 10.000 títulos cadastrados, e você pode opinar sobre o livro, criticar, elogiar, elaborar uma resenha, e até mesmo conhecer pessoas que tenham o mesmo interesse de leituras, o que cá pra nós pode ser uma troca fantástica.

Na página inicial figuram os mais recentes livros cadastrados e os mais lidos. Em minha opinião ainda falta uma separação melhor no item estante, onde poderiam ficar separados por gêneros as leituras de cada um, ou algo assim, mas creio que isso, junto com outros detalhes, será aperfeiçoado com o passar do tempo, tornando o site uma ferramenta além de interessante, de extrema utilidade pela troca cultural que pode passar a existir.

Tudo bem que pesquisas na área mostram que a leitura não está entre os hábitos preferidos do brasileiro, mas nós, leitores vorazes sempre temos a esperança de que mais dia menos dia as pessoas comecem a se render aos encantos da leitura. Comece lendo o que gosta muito, sobre assuntos que lhe interessem, e depois quando perceber estará lendo para aprender mais sobre algo, ainda que não goste muito, estará lendo por ler, lendo por prazer, lendo por não ter o que fazer. Lendo simplesmente por ler.

Written by Doce vida

fevereiro 27, 2009 at 12:54 pm

Publicado em Comunicação

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Os minutos que o Google parou

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Lendo a reportagem na Revista da Semana, sobre os 58 minutos que o Google, maior buscador da internet, ficou fora do ar e deixou o planeta “suspenso”, do Brasil à Indonésia, da Inglaterra à Austrália, não pude deixar de ficar pensando nisso, pela questão sociológica, pelas “dependências” que o ser humano vai criando. Há inclusive um termo recente, de acordo com a reportagem, que encaixa com esse fato, da dependência. Monocultura, que é um fenômeno que brota quando um produto ou uma tecnologia torna-se dominante. De certa forma padronizam um sistema, deixando as pessoas “reféns”.

A exemplo: Pra todas as dúvidas, desde a pontada no terceiro dedo da esquerda pra direita, até como configurar o som, quem escreveu a frase, a música, o poema.

Quer saber da vida de alguém? Da um Google. Quer buscar um telefone? Endereço? Saber quem escreveu aquela frase que não sai da sua cabeça? Procurar uma letra de música? Um trecho de um poema? Um site que ouviu meio falar e não tem certeza? Pesquisas escolares nem se fala. E quando uma dúvida, sobre o que significa a palavra tal, surge diante do computador? Da Google nela!

No dia 31 de janeiro de 2009, entre 12h27 e 13h25 o Google parou. Saiu do ar e a mensagem foi a seguinte: “Este site pode danificar o seu computador”. O problema foi causado por uma falha humana. Uma lista foi atualizada por engano e os sites com o símbolo /, ou seja, todos, foram bloqueados.

E o mundo entrou em “pânico”. A certeza é única, que viver sem o Google traz certo “desespero”.

O buscador é ideal para ser página inicial, já que com poucas imagens carrega rápido e além de tudo já saimos direto onde podemos de tudo digitar. Nome, sobrenome, apelido, datas, palavras, perguntas, afirmações. Está tudo ali, Indexado. Linkado. Plugado.

Estamos na rede, Dependentes da rede. Viciados na rede. Epa. Viciados na rede? E da-lhe um Google para não perder o costume, na expressão: “tratamento viciados na internet”, e o resultado é que existem aproximadamente 46.700 links para a frase.

Se já não bastasse os vícios naturais, normais [?], do café, do cigarro, do chocolate, da jogatina etc. Viciados na internet!

Onde vamos parar? Será que dar um Google responde?

Inspiração para escrever sobre o assunto: Revista da Semana, de 12 de fevereiro de 2009.

Written by Doce vida

fevereiro 8, 2009 at 9:44 pm

Publicado em Comunicação, Tecnologia

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